Ah, mas eu estou tão perdidinha. Perdendo, perdendo, caindo. Me estrepando. Deixando de sonhar.
Cadê eu? Cadê o foco? Cadê a porra do café?
Cadê aquelas noites divertidas? O que elas me trouxeram afinal de contas?
Já que gosto de me dar direitos, afinal tantos teimam em me roubar eles, hoje eu me dou ao direito de resmungar.
Da família, dos amigos, do namorado, do papagaio, do carro, de Supernatural passando na Warner.
Porque tá tudo me doendo e porque eu não sei o que tanto dói. E porque sem saber eu não vou dizer.
Se eu não dizer, vai me explodir.
Senhor fazei de mim um instrumento............................. ........................................
Eu vejo essas garotas de 15, 16, 17 anos... quase 18. Já não sou como elas. Já vivi seus dramas.
Me sinto velha e pronto. É o mesmo réquiem se repetindo o tempo todo e eu não dou a mínima para a harmonia e maestria da vida que elas levam e irão levar.
Quero a minha própria vida, essa mesma... vadia, puta, desgraçada. Que só fode com a minha cabeça, não me deixa gozar e só me quer pirando e girando e dançando o seu ritmo, que assim que eu descubro e balanço, faz questão de mudar.
Eu já não sou como elas e eu não sou tão diferente. E eu tenho convicções patéticas e eu tenho todos aqueles sonhos despedaçados que eu só quero esquecer, porque nunca foram e jamais serão.
Sonhos estúpidos, idealizações malditas. Sobre a vida, sobre amizade, sobre dinheiro e principalmente sobre o amor.
Está em tempo de correr e construir bases sólidas, mas eu já nem sei o que fazer... Não sou boa em nada em particular. Que profissão eu posso ter, se me acho boa em reclamar?
Quem eu vou ser daqui 10 de novo? Daqui 5? Não tenho mais segurança sobre absolutamente nada. Não tenho a certeza do ensino médio. Tenho um curso de graduação que se eu não for experta, não vai servir de nada.
Quando as coisas apertam eu só quero correr e me esconder e sumir. Sumir.
E isso cansa, Deus sabe como eu estou cansada.
Cansada de colar os cacos, de reorganizar os pensamentos, de ser sensata, lógica. E também se achar que tá tudo errado.
Cansada, cansada... espero que no final, o melhor pedaço do bolo seja o meu e que ele só tá guardadinho me esperando.
Nicolas de Lenfent volta a fazer sentido. Imagino como alguns amigos teriam orgulho disso. Obrigada.
Cadê eu? Cadê o foco? Cadê a porra do café?
Cadê aquelas noites divertidas? O que elas me trouxeram afinal de contas?
Já que gosto de me dar direitos, afinal tantos teimam em me roubar eles, hoje eu me dou ao direito de resmungar.
Da família, dos amigos, do namorado, do papagaio, do carro, de Supernatural passando na Warner.
Porque tá tudo me doendo e porque eu não sei o que tanto dói. E porque sem saber eu não vou dizer.
Se eu não dizer, vai me explodir.
Senhor fazei de mim um instrumento.............................
Eu vejo essas garotas de 15, 16, 17 anos... quase 18. Já não sou como elas. Já vivi seus dramas.
Me sinto velha e pronto. É o mesmo réquiem se repetindo o tempo todo e eu não dou a mínima para a harmonia e maestria da vida que elas levam e irão levar.
Quero a minha própria vida, essa mesma... vadia, puta, desgraçada. Que só fode com a minha cabeça, não me deixa gozar e só me quer pirando e girando e dançando o seu ritmo, que assim que eu descubro e balanço, faz questão de mudar.
Eu já não sou como elas e eu não sou tão diferente. E eu tenho convicções patéticas e eu tenho todos aqueles sonhos despedaçados que eu só quero esquecer, porque nunca foram e jamais serão.
Sonhos estúpidos, idealizações malditas. Sobre a vida, sobre amizade, sobre dinheiro e principalmente sobre o amor.
Está em tempo de correr e construir bases sólidas, mas eu já nem sei o que fazer... Não sou boa em nada em particular. Que profissão eu posso ter, se me acho boa em reclamar?
Quem eu vou ser daqui 10 de novo? Daqui 5? Não tenho mais segurança sobre absolutamente nada. Não tenho a certeza do ensino médio. Tenho um curso de graduação que se eu não for experta, não vai servir de nada.
Quando as coisas apertam eu só quero correr e me esconder e sumir. Sumir.
E isso cansa, Deus sabe como eu estou cansada.
Cansada de colar os cacos, de reorganizar os pensamentos, de ser sensata, lógica. E também se achar que tá tudo errado.
Cansada, cansada... espero que no final, o melhor pedaço do bolo seja o meu e que ele só tá guardadinho me esperando.
Nicolas de Lenfent volta a fazer sentido. Imagino como alguns amigos teriam orgulho disso. Obrigada.
"Durante o fim-de-semana
Se vai mais tarde pra cama
Quando você crescer"
Ou não.
Quero me dar ao direito de ser egoísta. De implorar para que me deixem seguir os meus passos, do jeito que eu desejar dá-los, assim.. sem correr riscos, de ser partida em mil pedacinhos por puro capricho do destino.
"Você não pode chegar tarde" .. "Você tem que dormir cedo" .. "Você isso, você aquilo"
Frases e peças de um quebra cabeças pequeno, simplista e sem graça. Coisas triviais, nada demais.
Mas que fazem a minha cabeça girar.
Então, eu quero ser egoísta. Não me preocupar com a sua preocupação. Eu posso? De preferência sem precisar me afirmar sobre os argumentos alheiros.
Sem precisar viver, tendo a certeza de que tudo foi culpa minha...
"Mas agora eu também resolvi
Se vai mais tarde pra cama
Quando você crescer"
Ou não.
Quero me dar ao direito de ser egoísta. De implorar para que me deixem seguir os meus passos, do jeito que eu desejar dá-los, assim.. sem correr riscos, de ser partida em mil pedacinhos por puro capricho do destino.
"Você não pode chegar tarde" .. "Você tem que dormir cedo" .. "Você isso, você aquilo"
Frases e peças de um quebra cabeças pequeno, simplista e sem graça. Coisas triviais, nada demais.
Mas que fazem a minha cabeça girar.
Então, eu quero ser egoísta. Não me preocupar com a sua preocupação. Eu posso? De preferência sem precisar me afirmar sobre os argumentos alheiros.
Sem precisar viver, tendo a certeza de que tudo foi culpa minha...
"Mas agora eu também resolvi
Dar uma queixadinha
Porque eu sou um rapaz
Latino-americano
Que também sabe
Se lamentar
E sendo nuvem passageira
Não me leva nem à beira
Disso tudo
Que eu quero chegar
-E fim de papo!"
Querubim diz:
*hoje eu acordei, bebi um café com gosto de narguilé
*mas falei pra minha amiga que ele estava maravilhoso, porque ela foi gentil de tê-lo feito
*fiquei algum tempo ansiosa, porque ia encontrar o garoto mais bonito da região
*e nos encontramos, e... eu continuei ansiosa, porque eu sou besta
*ele me levou pra passear, depois fomos para o seu esconderijo não-tão-secreto
*e eu fiquei a tarde e noite inteira me tornando alguém mais boba do que já sou
*acho que não tenho mais salvação
*quando nos despedimos eu bati a cabeça no carro
*mas eu subi pro meu apartamento sorrindo
*e minha boca continua igual a do Coringa
*curvada pra cima
*é isso =)
- Music:Lynyrd Skynyrd - Tuesday's Gone
.
"Haven't had a dream in a long time
See, the life I've had
Can make a good man
Turn bad
So for once in my life
Let me get what I want
Lord knows, it would be the first time
Lord knows, it would be the first time" The Smiths - Please, please, please let me get what I want
Um bom jeito de não sentir que está queimando por dentro é simplesmente não respirar. O termo "só dói quando eu respiro" nunca fez tanto sentido, mas eu tenho que admitir algo: Eu não estou triste. Eu não quero coisas azuis. Eu estou empolgada e alegre e cheia de energia para realizar diversas atividades.
Isso me faz refletir: Será que não é justamente a leveza que me causa essa crise estúpida de ansiedade?
Eu não me recordo de sequer ter vivido isso este ano e conseguir definir brevemente (pela primeira vez na vida) o que pode ser a felicidade para esse bichinho selvagem, inconformado e insatisfeito.
É tudo novo e radiante... e até mesmo aquilo que é bom, pros inconsoláveis como eu, precisa passar por um período de adaptação e aceitação.
Procuro sentir meu corpo por completo. Sentir o bater do coração selvagem e focar na minha existência de maneira simples: primeiro o corpo físico... e depois o emocional e mental.
Talvez eu precise alinhar as minhas moradas. Arrumar também o guarda-roupa... a faxina foi feita, mas existem objetos desorganizados ainda. Além do mais, tudo aquilo que é novo causa receio... acho que isso tá imerso em meu inconsciente (ou sei lá onde) e atuando sobre o meu físico da maneira mais cretina que poderia.
Suposições, suposições...
A melhor parte do bolo é a sensação de gratidão. Por tudo! Minha família, minha faculdade, meus amigos... até o papagaio sociopata... acho que nunca agradeci tanto ao plano Espiritual pela vida que eu tenho vivido. Digo que agradeço até por tudo que deu errado esse ano. Que bom que deu errado, que bom que acabou! Isso só abriu portas para essas sensações e anseios novos... só me deu força para me levantar daquele fundo do poço que vez ou outra eu teimo em me esconder.
Eu quero existir de corpo todo virou meu mantra pessoal. [ponto]
'"Eu tirei tudo o que poderia ter. Não o odeio, não o desprezo. Por que
procurá-lo, mesmo que o ame? Não gosto tanto de mim a
ponto de gostar das coisas de que eu gosto. Amo mais o que
quero do que a mim mesma"
Eu nunca postei nada decente nesse blog.
Não que isso faça diferença, hoje eu perdi a capacidade de escrever e de pensar.
A internet me deixou burra, a televisão estragou meus olhos sensíveis.
Os filmes partiram meu coração, depois de criarem grandes fantasias em minha cabeça.
Aos poucos as coisas perdem os sentidos, como Cazuza os perdeu.
Eu não precisei de drogas, foi o tempo quem destruiu as poucas coisas boas que existiam.
Agora também, não tenho tanta certeza de foram tão boas assim.
procurá-lo, mesmo que o ame? Não gosto tanto de mim a
ponto de gostar das coisas de que eu gosto. Amo mais o que
quero do que a mim mesma"
Eu nunca postei nada decente nesse blog.
Não que isso faça diferença, hoje eu perdi a capacidade de escrever e de pensar.
A internet me deixou burra, a televisão estragou meus olhos sensíveis.
Os filmes partiram meu coração, depois de criarem grandes fantasias em minha cabeça.
Aos poucos as coisas perdem os sentidos, como Cazuza os perdeu.
Eu não precisei de drogas, foi o tempo quem destruiu as poucas coisas boas que existiam.
Agora também, não tenho tanta certeza de foram tão boas assim.
O passado perdeu-se em minhas lembranças. Nem as tão dolorosas memórias possuem o mesmo efeito.
O que enlouquece agora é a ausência de sentido. O sonho acabou, ou nunca foi iniciado.
O sonho morreu, ou nunca nasceu.
As palavras dançam em minha mente, algumas ainda interessantes e outras desnecessárias.
Já não tenho ouvidos para as antigas músicas, embora deseje ter.
Sinto falta das músicas, do cobertor enrolado em minhas costas. O copo de chá, os passos dela pela sala arrumando a bolsa para o dia seguinte.
Sinto falta de ouvir sua voz com tom de desaprovação, ou ouvir o barulho do seu molho de chaves.
Os passos frenéticos durante a madrugada...
- Music:Senses - Lacrimosa